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Justiça decreta prisão preventiva e torna réu acusado de matar transexual em Caraguatatuba

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Anderson Pablo Monteiro de Oliveira é acusado de ter matado violentamente uma mulher transexual, no início deste ano. Ele já está preso, após ter sido encontrado em Taubaté. Justiça decreta prisão preventiva e torna réu acusado de matar transexual em Caraguatatuba

Divulgação/Polícia Civil

A Justiça decretou a prisão preventiva e tornou réu por homicídio um homem acusado de matar violentamente uma mulher transexual em Caraguatatuba (SP).

A decisão é de terça-feira (14) e atende a pedido do Ministério Público, que denunciou Anderson Pablo Monteiro de Oliveira pelo crime após investigação da Polícia Civil.

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O crime aconteceu no dia 12 de janeiro, quando a vítima foi encontrada morta com sinais de violência - leia mais detalhes do caso abaixo.

Anderson já estava preso temporariamente. O homem foi encontrado em Taubaté, após a Polícia Civil identificar elementos de que ele seria o autor do crime. No decorrer das investigações, ele confessou o crime.

A denúncia e pedido de prisão preventiva foram feitos pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito policial. A solicitação foi acatada pelo juiz Júlio da Silva Branchini, que considera que 'há indícios de autoria que recaem sobre o denunciado, eis que ele próprio confessou o crime'.

A determinação é para pena privativa de liberdade superior a quatro anos de reclusão. Anderson ainda será julgado pelo crime - o g1 tenta contato com a defesa dele, mas não conseguiu localizar nenhum responsável até a publicação.

Justiça decreta prisão preventiva e torna réu acusado de matar transexual em Caraguatatuba

Divulgação/Polícia Civil

De acordo com o juiz, a prisão preventiva é necessária por o crime é considerado grave e hediondo, inclusive com sinais de tortura contra a vítima.

Além disso, a justiça considera que, caso esteja solto, o réu pode praticar outros crimes, inclusive contra as testemunhas do caso.

"Com efeito, no presente caso, necessário resguardar a integridade física e psíquica das testemunhas sobreviventes em razão do temor de represálias", diz Júlio da Silva Branchini na decisão.

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O caso

Registrado como feminicídio e transfobia pela Polícia Civil de Caraguatatuba, o caso aconteceu no dia 12 de julho deste ano. A vítima - uma mulher transexual - foi encontrada morta e com sinais de violência em uma calçada da alameda Francisco de Assis Rosa Silva, no bairro do Porto Novo.

Segundo a polícia, a vítima apresentava lesões por todo o rosto, principalmente no supercílio e nos dentes.

Durante as investigações, a polícia conclui que o autor do crime é Anderson Pablo Monteiro de Oliveira, que tinha um relacionamento com a vítima. Após ter sido preso, o homem confessou o crime.

Anderson revelou para a polícia que, no dia do crime, aplicou um mata-leão na vítima, a asfixiou e a atacou com pedradas.

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Fonte: G1.Globo

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